o binoculo: março 2008











sábado, 8 de março de 2008

José Boavida - o Encenador


Estreou-se em 1984 como actor no TIL/Companhia de Teatro Infantil de Lisboa , António Aleixo
Poeta do Povo (1984), Graças E Desgraças Da Corte D’el Rei Tadinho(1985), e Canteiro Vaidoso
(1986). Macedo (1987) e O Avestruz Mecânico (1988).
Em 1990 funda o Projecto/Teatro em que se estreia como encenador, dirigindo e participando na
montagem do poema A Invenção do Amor. Em 1991 integra o elenco permanente da companhia, A
Barraca, (em Mi Rival de Ralph Talbot (1992), Macbet e Rinoceronte , (1993), Floresta de Enganos ,
A Cantora Careca 1ª Página (1994), Pastéis de Nata para a Avó (1994), O Avarento(1995),
Parabéns a Você (1995), Viva La Vida (1996), Gulliver Swift (1997) e Queres Ser Ministro? (1997),
Rui Luís Brás (em Não Há Nada Que Se Coma (1995) , O Último Baile Do Império de Josué
Montello (1996). Em 1998 funda, Comédias de Lisboa, que apresenta O Prato do Dia e Manual
Sexual, dirigido por Estrela Novais. De 1999 a 2002 é convidado pelo Teatro Aberto/NOVO GRUPO
para participar em Top Dogs, Lucefécit (2000) e Peer Gynt, encenados por João Lourenço. Em 2002
volta a criar um novo grupo, o Teatro Mínimo, onde participa em Oé, Oé, Oé de Maxi Rodriguez e
em Assalto à Vista Desarmada. Em 1994 dirigiu a peça Esta Lá? para o Teatro de Carnide, em
1998 W.C., no Centro Cultural de Benfica, em 1999 Contos do Terraço – O Regresso, para o
Grupo Comédias de Lisboa, e desde 1999 que colabora regularmente com o Teatro altaCena,
onde dirigiu a A Birra do Morto (1999), Lixo (2000), O Segredo do Teu Corpo (2000), O Binóculo de
(2001), Hino Breve Às Cadeiras (2001), A Peça Chama-Se Assim? (2001), Chapéus Há Muitos de
(2002). No Teatro Mínimo assinou a encenação de Assalto à Vista Desarmada.
Fez também uma incursão na área da escrita teatral, quer com As Histórias dos Atchim que assinou
com João Ricardo, na Barraca, quer com Os Dois Corcundinhas, texto para a Infância e Juventude
estreado em 1999 pelo Grupo Comédias de Lisboa no Festival Internacional Artimagem / Porto e
apresentado em 2000 pelo Teatro Theatron em Montemor-o-Novo fazendo digressão por todo o
país.
No domínio do audiovisual regista a sua participação em Capitães De Abril (1999) de Maria de
Medeiros e em A Falha de João Mário Grilo (2000), embora seja no campo televisivo que tem tido
presença mais assídua.
Desde a sua primeira colaboração no documentário Crónica do Tempo – RTP/i – (1992), participou
em documentários, programas culturais, seriados, telenovelas como sitcoms como: Telhados de
Vidro – TVI; Les Justiciers - TF1 – França; Verão Quente -RTP1 (1993); Nico D’obra -RTP1
(1993/94/95); Ideias com História - RTP2 (1993/94); Na Paz dos Anjos – RTP (1994); Barba e
Cabelo - SIC (1995); Os Trapalhões em Portugal - SIC (1995/96); Médico de Família- SIC (1997/98);
Terra Incógnita – Documentário- Canadá/ Portugal (1998); Os Lobos - RTP 1 (1998); Jornalistas –
SIC (1999); Hora da Liberdade (Documentário 25 Abril) – SIC; Esquadra de Polícia – RTP 1;
Sarilhos com Marina – SIC (1999); Crianças S.O.S. – TVI; Jardins Proibidos – TVI; As Pupilas do Sr.
Dr. – TVI; Querido Professor – SIC; A Fidelidade e Lampião da Estrela- SIC (2000); Super Pai – TVI;
Café da Esquina – RTP1; Ganância – SIC; Bastidores – Rtp 1; A Minha Família é uma Animação –
SIC; Nunca Digas Adeus – TVI (2001); Bons Vizinhos – TVI; Malucos do Riso – SIC; O Jogo - SIC
(2002); Ana e Os Sete – TVI (2003); Mistura Fina - TVI (2004); A Vingança (SIC); Morangos com
Açúcar (TVI)




Vera Fontes


Carla Dias


sexta-feira, 7 de março de 2008

e apresenta....


Bom dia, na sexta feira dia 7 de Março às 22 horas espero poder contar consigo para a estreia de "O Binóculo", um texto de Manuel Lourenzo com encenação de José Boavida.

Que irá estar em cena na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul ( Av. D. Carlos I - N.º 61 1º Andar - 1200 Lisboa),

Para mais informações contactar:

Patrícia Castro

96 392 18 89

91 765 99 97

Alguém procura a sua liberdade, mas já não é tarde demais?

Alguém procura uma clarabóia, uma luz, mas não há nenhum salva-vidas disponível e por mais códigos morse, ou pessoas por perto de mão estendida, só se encontra a impotência, então temos que nos adaptar. O ser humano adapta-se a tudo!

Estranha esta forma de viver. Ao que demais baixo pode chegar a condição humana. “In-solidaria” (frase do espectáculo) vida esta!

Como se só houvesse solidão. A que grassa neste mundo, a que se instalou com a globalização, Internet e polícias secretas. Mesmo que gritemos:” Somos livres”, poucos são os que acreditam. Esses são os imprescindíveis.

Duas mulheres ou uma só? Nelas está a dor do quem viveu a vida inteira num cárcere, na prisão de um corpo obrigado a vender-se pelo prazer dos clientes e a ignorância dos chulos.

Agarre o Binóculo e venha espreitar pela fechadura.

José Boavida

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